Maus tratos: agressão contra crianças e adolescentes vira epidemia 
No Brasil não há estatísticas nacionais fidedignas sobre abuso e maus-tratos contra crianças e adolescentes, mas apenas registros esparsos de serviços isolados ou de núcleos de atendimento que estão longe de espelhar a realidade atual no Brasil. Há estudos sobre o tema que sustentam uma epidemia de violência contra crianças e adolescentes que se desenvolve no país, escondida pela falta de estatística e pelo silêncio da população. Estimativas encontradas na literatura médica indicam que cerca de 10% das crianças levadas a serviços de emergência por traumas, são vítimas de maus-tratos. Os prognósticos são sombrios: Sem ajuda adequada, 5% delas morreram nas mãos dos agressores. Segundo o ministério da Saúde, as agressões constituem principais causa morte de jovens entre 5 a 18 anos. A maior parte das agressões provem do ambiente doméstico. O Fundo de assistência à Infância das Nações Unidas (UNICEF) estima que diariamente, 18 mil crianças e adolescentes sejam espancados no Brasil.
Escrito por articulador do selo esperanca às 00h05
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Caminhada de 18 de maio Os alunos dos Projetos Sociais da SEMTHAS, Projovem e Peti participaram da caminhada do Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes, no qual foi realizado nesta quinta feira dia 19 de maio, em virtude de muita chuva que impediu a realização da caminhada. O evento contou com a participação da Assistente Social do CRAS Vera Lúcia, a Psicóloga Nely, a Psicopedagoga Larissa, O Prefeito Luizinho, O secretário da SEMTHAS Junior Benevides, a Presidente do COMDICA Maria Araújo, o Padre Antonio Marinho, e dois representantes do Conselho Tutelar. O grupo de capoeira dos Projetos Sociais liderado pelo contra mestre Toupeira fechou com chave de ouro o evento. 


Escrito por articulador do selo esperanca às 23h59
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Fórum pró-Selo Unicef 
Visando promover o fortalecimento da participação da sociedade nos processos de planejamento, execução, monitoramento e avaliação de políticas públicas para crianças e adolescentes, a prefeitura de Carnaubais realizou nesta segunda-feira, 27, o Fórum Pró Selo UNICEF. Durante o evento foram debatidas as ações que estão sendo implementadas na cidade em prol das crianças e adolescentes. Município aprovado O fórum contou com a participação da sociedade civil organizada, educadores, profissionais da saúde, associações representativas, conselhos tutelares, entre outros. A abertura teve a presença do prefeito Luizinho (PSB). A palestra foi ministrada pela assistente social Lúcia Helena Barbalho que apresentou um diagnóstico com base nos dados referentes às ações desenvolvidas no município. Os trabalhos foram coordenados por Guttier Mancio, articulador do Selo. 
Escrito por articulador do selo esperanca às 07h19
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Prefeito dar posse aos novos Conselheiros Tutelar
Ontem á noite na Câmara Municipal de Carnaubais aconteceu à posse do Conselho Tutelar, sendo 5 membros titulares: Claelma de Oliveira Mancio, Eugenia de Macedo Lima; Francisco Antonio Gonçalves; Juliano Fernandes da Silva e Francisca Selne da Penha e 5 suplentes: Maria das Graças Domingo; Antoniel Santana do Nascimento; Fabíola Rose dos Santos Martins; Francisco Rosemberg da Silva; Adriana de Oliveira Gomes e Francisca das Chagas Ferreira. O prefeito entregou os certificados e as portarias, oficializando os eleitos pela comunidade para um mandato de 3 anos.
Escrito por articulador do selo esperanca às 11h19
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Carnaubais participa da capacitação do 1° fórum comunitário do selo UNICEF O município de Carnaubais enviou a presidente do COMDICA e o articulador do selo para uma capacitação em natal neste dia 07/06/2010 onde foi discutido a metodologia de trabalho para organizar o 1° fórum comunitário, meta de trabalho e relatórios, foi bastante proveitoso.
Escrito por articulador do selo esperanca às 17h17
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1ª semana literária de Carnaubais A secretaria Municipal de Educação de Educação de Carnaubais - RN realizou de 25/05 a 28/05/2010 a 1º semana literária dentro do projeto “CARNAUBAIS CIDADE QUE LER”. Oportunizando as escolas Municipais e estaduais mostrarem todo o talento e potencialidades de nossos alunos diante do mundo mágico da leitura. Todas as noites o público se deleitaram com as belas apresentações de recital de poesia, teatro, homenagens a escritores, cantadores de viola, roda literária, show de música, lançamento de livros, seminários e chá literários com a 3ª idade. Durante toda semana a secretaria de Educação implantou arcas das letras em várias comunidades, estantes literárias nos setores públicos de nossa cidade árvore literária plantada na Praça Santa Luzia.  




Escrito por articulador do selo esperanca às 10h23
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Se você teve sua infância durante os anos 70 e 80 como sobreviveu? Afinal de contas:  1 – Os carros não tinham cintos de segurança, apoios de cabeça, nem air-bag!! 2 – Íamos soltos no banco de trás fazendo aquela farra! E isso não era perigoso! 3 – As camas de grades e os brinquedos eram multicores e no mínimo pintados com umas tintas “duvidosas“ contendo chumbo ou outro veneno qualquer. 4 – Não havia travas de segurança nas portas dos carros, chaves nos armários de medicamentos, detergentes ou químicos domésticos. 5 – A gente andava de bicicleta para lá e pra cá, sem capacete, joelheiras, caneleiras e cotuveleiras… 6 – Bebíamos água da torneira, de uma mangueira, ou de uma fonte e não águas minerais em garrafas ditas ¨esterilizadas¨… 7- Construíamos aqueles famosos carrinhos de rolimã e aqueles que tinham a sorte de morar perto de uma ladeira, podiam tentar bater records de velocidade e até verificar no meio do caminho que tinham „economizado“ a sola dos sapatos, que eram usados como freios…E estavam descalços… Alguns acidentes depois… Todos esses problemas estavam resolvidos! 8 – Íamos brincar na rua, com uma única condição: voltar para casa ao anoitecer! 9-Não havia celulares, e nossos pais não sabiam onde estávamos! Incrível! 10 – Tínhamos aulas só de manhã, e íamos almoçar em casa!  11 – Gessos, dentes partidos, joelhos ralados… Todos tinham razão, menos nós. 12 – Comíamos doces à vontade, pão com manteiga, bebidas com o perigoso açúcar. Não se falava de obesidade – brincávamos sempre na rua e éramos super ativos… 13 – Dividíamos com nossos amigos uma Crush comprada no barzinho da esquina, gole a gole, e nunca ninguém morreu por isso…. 14 – Nada de Playstations, Nintendo 64, X boxes, jogos de vídeo, internet por satélite, videocassete, dolby surround, celular com câmera, computador, chats na Internet … Só amigos.
15 – A pé ou de bicicleta, íamos à casa dos nossos amigos, mesmo que morassem a léguas de nossa casa, entrávamos sem bater e íamos brincar. 16 – É verdade! Lá fora, nesse mundo cinzento e sem segurança! Como era possível? Jogávamos futebol na rua, com a trave sinalizada por duas pedras, e mesmo que não fossemos escalados … ninguém ficava frustrado e nem era o FIM. 17 – Na escola havia bons e maus alunos. Uns passavam e outros eram reprovados. Por isso, ninguém precisava de um psicólogo ou psicoterapeuta. Não havia a moda dos superdotados, nem se falava em dislexia, problemas de concentração, hiperatividade. Quem não passava, simplesmente repetia de ano e tentava de novo no ano seguinte!  18 – Tínhamos: liberdade, fracassos, sucessos, deveres e aprendíamos a lidar com cada um deles! 19 – Nas peladas 20 brigas por dia, no outro dia tava tudo legal e mais 20 brigas.
A verdadeira questão é: como a gente conseguiu sobreviver? E acima de tudo, como conseguimos desenvolver a nossa personalidade? Você também é dessa geração?
É uma boa discussão. E alguém respondeu ao tema com muita personalidade:
Alguém comentou o assunto assim: Essa nossa geração, além do que foi mencionado, fazia outras aventuras, como algumas brincadeiras muito singelas tipo garrafão, mão-no-bolso, corredor polonês, cocorote… Não teve um de nós que não tenha pegado morcego pendurado na traseira dos caminhões. Outra coisa light era chatear doido, as conseqüências às vezes eram drásticas, mas a ousadia prevalecia. Brigas? Eram constantes e muita vezes atiçadas pelos adultos só prá ver a arenga e o pau cantar. Não havia nada mais grave que passar o pé por cima da mãe dos outros, representada por um simples risco no chão. As intrigas eram diárias, como rápidas vinham às pazes. Quando não acontecia, era por puro charme. Realmente, poucos somos frustrados e improdutivos. Somos de uma geração que mudou o mundo, mas que alienou seus próprios filhos, individualizando-os.
Texto: Jornalista Robson Pires
Escrito por articulador do selo esperanca às 16h50
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Inicio dos trabalhos A comissão formada para desenvolver os trabalhos do selo, aguarda o material enviado pelo o UNICEF. Enquanto isso começamos a fazer um trabalho de conscientização nas escolas, assentamentos, e comunidades.
Escrito por articulador do selo esperanca às 16h23
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Carnaubais reabre biblioteca publica Nesta segunda-feira, 22/02, a secretaria de educação reabriu a biblioteca publica Celina Duarte no centro da cidade, foi um momento muito importante pra sociedade Carnaubaense, por se tratar de um espaço de leitura e informação, na oportunidade o prefeito Luizinho fez uma reflexão sobre os livros, e destacou a importância do mesmo, e disse que o livro é a única fonte de se guardar expressões, desejos, sabedoria, e que servirá para uma eternidade. 
Escrito por articulador do selo esperanca às 11h34
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Prefeitura apóia evento da missão evangélica A prefeitura de Carnaubais, através das secretarias de cultura esporte e gabinete, deram o total apoio ao avento que está sendo realizado no ginásio poliesportivo nos dias 20, 21 e 22 - 2º E. B. F. Escola Bíblica de Férias, realizada pela primeira Igreja Batista da CBB. Estar a frente dos trabalhos a missionária Paulyne, Missionário Eduardo, Missionária Luzinete o Pastor Robson e a Equipe de eventos. Foram realizadas dinâmicas, brincadeiras, apresentações de teatro e foi oferecido lanches para toda garotada Registro do Evento 





Escrito por articulador do selo esperanca às 10h19
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Articulador se reúne para formar a comissão pró-selo. 
O articulador do selo UNICEF de Carnaubais Guttier Mancio, realiza reunião neste dia 22 de Janeiro de 2010, o assunto em pauta, é mostrar o guia metodológico do selo e apresentar a comissão, que será formada por todas entidades filantrópicas e gestores Municipais.
Escrito por articulador do selo esperanca às 13h37
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Zilda Arns, a mãe do Brasil.  PODE-SE REPETIR que ninguém é insubstituível, mas a dra. Zilda Arns, vítima do terremoto que arruinou o Haiti, era, sim, uma pessoa imprescindível. Nela mostrava-se imperceptível a distância entre intenções e ações. Formada em medicina e movida por profundo espírito evangélico-era irmã do cardeal dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo-, fundou a Pastoral da Criança, alarmada com o alto índice de mortalidade infantil no Brasil. Em iniciativas de voluntariado podem-se mapear dois tipos de pessoas: as que, primeiro, agem, põem o bloco na rua e depois buscam os recursos, e as que se enredam no cipoal das fontes financiadoras e jamais passam da utopia à topia. Zilda Arns arregaçou as mangas e, inspirada na pedagogia de Paulo Freire, encontrou, primeiro, recursos humanos capazes de mobilizar milhares de pessoas em prol da drástica redução da mortalidade infantil: mães e pais das crianças de 0 a seis anos atendidas pela pastoral transformados em agentes multiplicadores. Ela, sim, fez o milagre da multiplicação dos pães, ou seja, da vida. Aonde chega a Pastoral da Criança, o índice de mortalidade infantil cai, no primeiro ano, no mínimo 20%. Seu método de atenção às gestantes pobres e às crianças desnutridas tornou-se paradigma mundial, adotado hoje em vários países da América Latina e da África. Por essa razão, ela estava no Haiti, onde pagou com a morte sua dedicação em salvar vidas. Trabalhamos juntos no Fome Zero. No lançamento do programa, em 2003, ela discordou de exigir dos beneficiários comprovantes de gastos em alimentos, de modo a garantir que o dinheiro não se destinasse a outras compras. Oded Grajew e eu a apoiamos: ressaltamos que apresentar comprovantes não era relevante, valia como forma de verificar resultados. Haveria que confiar na palavra dos beneficiários. Em março de 2004, no momento em que o governo trocava o Fome Zero pelo Bolsa Família, ela me convocou a Curitiba, sede da Pastoral da Criança. Em reunião com José Tubino, da FAO, e dom Aloysio Penna, arcebispo de Botucatu (SP), que representava a CNBB, debatemos as mudanças na área social do governo. Expus as tensões internas na área social, sobretudo a decisão de acabar com os comitês gestores, pelos quais a sociedade civil atuava na gestão pública. Zilda Arns temia que o Bolsa Família priorizasse a mera transferência de renda, submetendo-se à orientação que propõe tratar a pobreza com políticas compensatórias, sem tocar nas estruturas que promovem e asseguram a desigualdade social. 
Acreditava que as políticas sociais do governo só teriam êxito consolidado se combinassem políticas de transferência de renda e mudanças estruturantes, ações emergenciais e educativas, como qualificação profissional. Dias após a reunião, ela publicou, neste espaço da Folha, o artigo "Fôlego para o Fome Zero", no qual frisava que a política social "não deve estar sujeita à política econômica. É hora de mudar esse paradigma. É a política econômica que deve estar sujeita ao combate à fome e à miséria". E alertava: "Erradicar os comitês gestores seria um grave erro, por destruir uma capilaridade popular que fortalece o empoderamento da sociedade civil; (...) por reforçar o poder de prefeitos e vereadores que nem sempre primam pela ética e pela lisura no trato com os recursos públicos. O governo não deve temer a parceria da sociedade civil, representada pelos comitês gestores". O apelo da mãe da Pastoral da Criança não foi ouvido. Os comitês gestores foram erradicados e, assim, a participação da sociedade civil nas políticas sociais do governo. Apesar de tudo, o ministro Patrus Ananias logrou aprimorar o Bolsa Família e o índice de redução da miséria absoluta no país, conforme dados recentes do Ipea. Falta encontrar a porta de saída aos beneficiários, de modo a produzirem a própria renda. Zilda Arns nos deixa, de herança, o exemplo de que é possível mudar o perfil de uma sociedade com ações comunitárias, voluntárias, da sociedade civil, ainda que o poder público e a iniciativa privada permaneçam indiferentes ou adotem simulacros de responsabilidade social. Se milhares de jovens e adultos brasileiros sobreviveram às condições de pobreza em que nasceram, devem isso em especial à dra. Zilda Arns, que merece, sem exagero, o titulo perene de mãe da pátria.
Escrito por articulador do selo esperanca às 13h10
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Carnaubais respeito pela criança e adolescentes. Carnaubais uma cidade de 9.000 habitantes com um clima muito bom, terras férteis, água em abundância povo acolhedor, é uma cidade que sempre se preocupou com as crianças e adolescentes, a nossa município já existe conselho tutelar, conselho da criança e adolescente (COMDICA), possui um centro infantil, pastoral da criança, duas creches, temos a casa da família, o centro de referência da assistência social (CRAS). Trabalhamos com o programa erradicação do trabalho infantil (PETI) o programa CIDADÃO APRENDIZ, PROJETO CUANDU, PROJOVEM, esses projetos iram fortalecer muito a conquista do selo UNICEF 2010 2012. 
escola de futsal 
merenda escolar após aula de reforço 
oficina de dança 
oficina de artes plasticas 
brincadeiras com as crianças
Escrito por articulador do selo esperanca às 23h33
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Valor da merenda repassado a cidades deve subir 59%. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um aumento recorde no valor da merenda escolar transferido aos municípios. O repasse subirá de R$ 0,22 por aluno por dia para R$ 0,35. Um aumento de 59%, que vai causar um impacto de R$ 1,27 bilhão ao ano no orçamento da educação. O valor do reajuste foi uma determinação direta do presidente Lula. os ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Fazenda, Guido Mantega, haviam acertado um aumento menor, para R$ 0,30. Lula achou pouco. Suspendeu o anúncio, que seria feito em evento em Brasília, quando foram premiados projetos de gestão de merenda escolar, e mandou Haddad se reunir novamente com Mantega para alcançar o valor que desejava. Com mais R$ 10 bilhões em caixa por ano por causa do fim da Desvinculação das Receitas da União (DRU), aprovado no segundo semestre pelo Congresso, o Ministério da Educação (MEC) terá um incremento nos recursos para investir a partir do ano que vem. O fim da DRU será gradual a partir de 2010.
Escrito por articulador do selo esperanca às 22h14
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Plano Municipal para as crianças - Como utilizar o livro "O município e a criança de até seis anos" A constituição federal, no seu artigo 227, determina que a criança e o adolescente sejam prioridades absolutas. Existem várias experiências municipais brasileiras que comprovam ser possível melhorar a qualidade de vida das crianças, com os recursos financeiros existentes. O grande desafio é saber priorizar, decidir no que investir, planejar, implementar, monitorar e avaliar adequadamente as ações desenvolvidas. Também é fundamental articular as ações, fazer parcerias e em especial, ouvir a comunidade (inclusive as crianças) e envolvê-la na solução dos problemas do município. Visando contribuir para esse processo inicial de diagnóstico e planejamento, a equipe do UNICEF em Fortaleza coloca à disposição dos municípios, sugestões de ações que esperamos sejam úteis nesta fase de priorização e definição dos grandes programas e projetos do município. É muito importante que o município tenha um plano para a criança e o adolescente, com ênfase nos primeiros 6 anos de vida, começando pela gestação.
Escrito por articulador do selo esperanca às 21h50
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